terça-feira, 16 de dezembro de 2014

LEILA DO VÔLEI ASSUME ESPORTE

Duas vezes medalhista de bronze em Jogos Olímpicos, a ex-jogadora de vôlei e vôlei de areia Leila, chamada no meio político de Leila Barros, vai ser a secretária de Esporte e Lazer do Distrito Federal a partir do próximo dia 1º de janeiro. O nome dela foi um dos 23 anunciados nesta segunda-feira pelo governador eleito Rodrigo Rollemberg (PSB), que apresentou sua secretaria.

Leila, que está com 43 anos e é natural de Brasília, candidatou-se ao cargo de deputada distrital nas eleições deste ano, pelo Partido Republicano Brasileiro (PRB). Ela recebeu 11.125 votos e é a primeira suplente de uma coligação que tinha o PRB e o PTC. O campeão de votos no DF, Júlio Cesar/PRB, já foi secretário de Esporte no Distrito Federal foi o outro eleito na coligação.

Quando jogadora, Leila conquistou duas medalhas de bronze olímpicas, em Atlanta/1995 e Sydney/2000. Entre os títulos, quatro conquistas do Grand Prix. Casada com o jogador de vôlei de praia Emanuel Rêgo, Leila é a idealizadora do Brasília Vôlei, que disputa a Superliga Feminina desde a edição passada. Nas urnas este ano, usou o nome "Leila do Vôlei".

PSB SEM REPRESENTANTE NA CLDF

O governador Rodrigo Rollemberg fez de tudo para conduzir o primeiro suplente de sua coligação e também do seu partido o PSB Roosevelt Vilela à câmara distrital, convidou primeiramente a distrital Celina Leão e posteriormente Sandra Farah para assumirem a Sedest, sem sucesso.

Não é para menos! Rollemberg assumirá o governo e na câmara Legislativa não terá nenhum distrital do seu partido.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

NOVA EQUIPE

Governador eleito cortou 15 secretarias e anunciou nova equipe nesta segunda-feira 15; entre os nomes está o jornalista Hélio Doyle, que será chefe da Casa Civil; ele foi o coordenador de transição da equipe de Rollemberg; também já foi secretário de Governo de Cristovam Buarque e de Articulação Institucional de Joaquim Roriz; "Todos unidos para enfrentar e superar os desafios. É preciso governar com transparência e diálogo permanente com a sociedade", discursou Rollemberg.

sábado, 13 de dezembro de 2014

ROMBO NO GDF É DE R$ 3,8 BILHÕES

O governador eleito do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, afirmou neste sábado (13) que a situação das contas públicas da cidade é mais grave do que ele imaginava.

A equipe de transição prevê que Agnelo Queiroz entregue o governo com um déficit de R$ 3,8 bilhões. Desse valor, R$ 600 milhões serão em dívidas que a nova equipe de gestão terá de arcar a partir de 2015.

TRAPALHADAS NÃO PARAM NO GDF


O Ministério Público entrou com uma ação na Justiça para tentar impedir que o governo do Distrito Federal inaugure o novo Centro Administrativo do DF, em Taguatinga, na próxima semana. De acordo com a Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, a obra ainda precisa atender a exigências de impacto de trânsito, e os prédios, previstos para abrigar 15 mil servidores, ainda não estão prontos.

O GDF afirma que a obra é de interesse público e tenta acelerar a concessão do habite-se. Mesmo que não possa usar o complexo, se o governo recebê-lo, começa a pagar R$ 17 milhões por mês ao consórcio que fez a obra – pelos próximos 22 anos.

“O Relatório de Impacto de Trânsito (RIT) estabelece diversos requisitos para que o centro administrativo possa funcionar, como aumento das vias, possibilitar o tráfico de pedestres, de 15 mil servidores”, diz o promotor de Justiça Cláudio João Freira.

“O Ministério Público quer evitar o pagamento de verbas relativas a uma parceria público-privada – ou seja, o pagamento a empresários, antes que sejam efetuados os pagamentos a servidores terceirizados e aposentados ligados à rede pública do Distrito Federal”, diz a promotora Cíntia Costa.
O secretário da Casa Militar, coronel Rogério Leão, disse que o GDF está cumprindo todos os contratos, inclusive os que haviam sido fechados antes da gestão de Agnelo Queiroz. Segundo Leão, o centro administrativo é de interesse do Estado, e não apenas do governo local.

G1

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

LUZES DE NATAL

A trezes dias do Natal, a iluminação comemorativa do centro do poder em Brasília se acendeu na noite desta quinta-feira (11/12). De acordo com a assessoria de imprensa da Companhia Energética de Brasília (CEB), não houve custo com o material, já que as luzes do ano passado foram reutilizadas.

A companhia também não soube informar os custos do consumo de energia da iluminação especial - tradicionalmente a decoração fica ativa até 6 de janeiro. As lâmpadas enfeitam o Congresso Nacional e cruzam as vias S1 e N1, em direção aos prédios da Esplanada dos Ministérios.
Impasse.

O rombo no caixa do GDF ameaçava a tradicional iluminação - e também a festa de reveillón da Esplanada. A Secretaria de Cultura chegou a informar que não haveria comemorações neste fim de ano. O governador Agnelo Queiroz, depois, confirmou que a festa e a iluminação estavam garantidas. Os shows e a queima de fogos na Esplanada devem custar R$ 2 milhões aos cofres públicos.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

MORADOR TAPA BURACO NA CEILÂNDIA

Cansado de esperar pelo governo a tapar os inúmeros buracos pelas ruas, um morador da QNM 5 na Ceilândia resolveu fazer com as próprias mãos o que era uma obrigação do governo. Tapar os buracos da rua onde mora!

ROLLEMBERG DEVE ANUNCIAR INTEGRANTES DA EQUIPE NA SEGUNDA

Os escolhidos para ocupar as secretarias no futuro governo de RodrigoRollemberg (PSB) serão anunciados no início da próxima semana. As negociações — e as disputas — nos bastidores estão em fase final. Até o momento, a única certeza é que haverá uma reforma administrativa: das atuais 39 secretarias, restarão, no máximo, 22. No primeiro escalão, devem ser contemplados somente os partidos que estavam na coligação desde o início da campanha, PSB, PDT, SD, PSD e Rede Sustentabilidade. Aqueles que se aliaram no segundo turno devem emplacar os correligionários em diretorias de estatais e fundações, nas administrações regionais ou em cargos importantes — mas abaixo dos secretários.

Alguns nomes são dados como certos na composição de governo do PSB. O coordenador-geral da campanha e, depois, da transição, Hélio Doyle, deve exercer papel de destaque na futura gestão e pode ficar com a Secretaria de Governo. A área de comunicação deve ficar vinculada à pasta, dividida em subsecretarias.

O presidente do PSB-DF, Marcos Dantas, será outro homem forte no grupo de decisões do futuro governador. Ele é cotado para a Casa Civil. Os quatro técnicos que compõem a coordenadoria da transição também devem figurar na lista a ser apresentada. São eles: Leany Lemos, Rômulo Neves, Carlos Henrique Tomé e Paulo Salles. Os três primeiros devem se dividir em três secretarias: 

Planejamento e Orçamento, Fazenda e Administração. O quarto, Salles, é professor de biologia da Universidade de Brasília (UnB) e conta com a confiança do futuro governador. Compadre de Rollemberg — um é padrinho do filho do outro —, milita no PSB há muitos anos. Pela relação histórica e pela área de atuação, pode ser incumbido de tocar a pasta de Ciência e Tecnologia. Além dele, Professor Pacco, candidato a deputado federal mais votado do PSB, com 28 mil votos, deve ser assessor especial de Rollemberg.

CB.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

CAOS EM BRASÍLIA

Servidores das secretarias de Saúde e Educação fecharam o Eixo Monumental, na altura do Palácio do Buriti, na manhã desta terça-feira (9) para protestar pelo repasse dos salários atrasados. O pagamento deveria ter sido feito nas últimas quinta (4) e sexta (5). O governo do Distrito Federal ficou de quitar a dívida na noite desta segunda (8), mas, por “problemas operacionais”, ainda não fez os repasses. De acordo com a Polícia Militar, há aproximadamente mil pessoas no local.

Segundo o presidente do Sindicato dos Agentes de Vigilância Ambiental e Agentes Comunitários de Saúde, Etieno Sousa, mais de mil pessoas ocuparam as seis faixas da via. “Só vamos sair daqui quando o BRB confirmar o pagamento das nossas contas”, afirmou.

G1 não conseguiu falar com o Sindicato dos Professores sobre o protesto até a publicação desta reportagem. A PM disse que não houve registro de confusão.

Juntas, as pastas têm 80 mil servidores, e as folhas de pagamentos com os servidores ativos somam R$ 700 milhões. A expectativa é que esse repasse seja efetivado no final desta noite e esteja disponível na manhã de quarta (10).

 

De acordo com o secretário de Administração, Wilmar Lacerda, o problema aconteceu porque a efetivação da transferência dos recursos federais ocorreu mais tarde do que o esperado. “Essa situação só foi resolvida no início da noite de ontem e, portanto, não teve condição de fazer [o pagamento]”, disse. “Infelizmente, não foi possível.”

Situação dos funcionários
A Secretaria de Educação tem aproximadamente 50 mil servidores. De acordo com o Sindicato dos Professores, atrasos no pagamento não ocorriam há pelo menos dez anos.

"Salário é coisa sagrada, é serviço prestado, nós não recebemos antecipado, já trabalhamos. Portanto, deve-se honrar isso, respeitar o direito do trabalhador", disse a diretora da entidade Rosilene Correia.

A professora Maria Miranda também reclamou. "Todo mundo está com as contas atrasadas, está com pagamento de comida, de água, de escola, de filho.”

Já a Secretaria de Saúde tem 35 mil servidores, que enfrentam também outras dificuldades. Eles continuam com a alimentação suspensa para 1,7 mil funcionários desde que a Sanoli, que oferece refeição para os 16 hospitais públicos e as cinco UPAs, voltou a paralisar o serviço alegando que o governo lhe deve R$ 23 milhões.

Lacerda havia afirmado que o pagamento estava “garantido”. “O depósito é feito à noite, no banco, e amanhã estarão disponíveis os salários dos servidores.”

Dificuldades financeiras
Entre os motivos apontados por Lacerda para as dificuldades estão a baixa arrecadação. “O DF, como todos os estados brasileiros, em função do baixo crescimento da economia, teve um problema de receita, de arrecadação e frustração da arrecadação. Nós estamos vivendo o que 15 estados brasileiros estão vivendo, dificuldade de pagamento”, afirmou o secretário de Administração. “Isso é normal no final do ano, mas nós vamos acertar todas essas contas.”

O problema refletiu no pagamento de servidores e manutenção de serviços. O Executivo afirma que vai fechar as contas e entregar o governo sem dívidas ao próximo gestor, Rodrigo Rollemberg. No primeiro discurso após a eleição, ele havia dito que o rombo era de R$ 2,1 bilhões.

Na saúde, o governo decidiu remanejar R$ 84 milhões de convênios com o governo federal – incluindo o fomento a programas de combate e prevenção a doenças como dengue e Aids, que apresentaram indicadores ruins neste ano – para pagar dívidas com fornecedores e reabastecer a rede pública da capital do país com medicamentos e materiais hospitalares. Um levantamento feito por técnicos estima que o rombo da pasta seja de R$ 150 milhões.

A crise também afetou os serviços de manutenção de gramados, plantio e limpeza de canteiros ornamentais, além da poda de árvores, que foram suspensos por falta de verba. Quatro empresas – Coopercam, EBF, Tria e FCB – eram responsáveis pela atividade, com aproximadamente 500 trabalhadores. Elas também eram responsáveis por fornecer equipamentos e transporte dos funcionários.

A Novacap já havia anunciado a suspensão da segunda fase do “Asfalto Novo”, programa de recapeamento em vias urbanas do Distrito Federal. O motivo apontado também foi falta de dinheiro. A companhia afirmou na ocasião que ainda restavam 2 mil quilômetros de pistas a receberem obras.

Na educação, creches conveniadas com o governo completaram oito dias com as atividades paralisadas. De acordo com o conselho que as representa, 22 unidades estão de portas fechadas por falta de dinheiro. As instituições afirmam que não recebem os repasses do DF há três meses e que estão arcando com os custos para manter as creches em funcionamento com recursos próprios.

O governo diz que que o atraso ocorre por motivos pontuais e que está "adequando o fluxo de caixa para arcar com os compromissos assumidos". A previsão era de que o pagamento fosse feito até sexta, o que não ocorreu. Não há informações sobre o número de crianças afetadas.

O problema também afetou o transporte público. Motoristas e cobradores de quatro das cincoempresas de ônibus cruzaram os braços entre sexta e segunda por não receberem o 13º salário e outros benefícios. O DFTrans repassou R$ 35 milhões para as viações, para garantir a retomada dos serviços. No período, 700 mil pessoas foram prejudicadas.

(Fonte: G1)

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

VALE TUDO PARA SER ADMINISTRADOR REGIONAL

A disputa anda mesmo assirada nas cidades pela disputada cadeira de administrador regional, muitos candidatos tem andado pelas ruas e comércio,  apertando a mão de comerciantes e moradores.
Em Santa Maria tem candidato organizando reuniões com moradores em casas de amigos e familiares e dizendo como toda a prosa que será o escolhido pelo governador.

A maior cidade do DF Ceilândia, dois candidatos fortes ligados ao Senador Cristovam e outro do mesmo partido do vice governador Renato Santana que é morador da cidade. A disputa nos bastidores está a mil.

É também da Ceilândia uma incógnita,  tem militante do PT querendo se tornar administrador no governo de Rollemberg. Para isso o destemido e isolado candidato vem percorrendo gabinetes na Câmara Legislativa em busca de apoios e sonhos. Dilma e Rollemberg já sinalizaram para um acordo, e além disto o PSB não tem quadros suficiente para compor o governo,  destacou o candidato petista.

Vai entender!

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

CAOS NO DF PREJUDICARÁ PT EM 2018

O atual governo produz diariamente notícias negativas. E que serão usadas nas próximas eleições. Os constantes atrasos nos pagamentos de empresas terceirizadas e fornecedores, se estende ainda as mais diferentes áreas, que vão da cultura, passando pela publicidade e estourando nos transportes. O caos mostra uma ineficiência no controle das contas do governo.

Quando uma greve no transporte público é deflagrada, deixando milhares de trabalhadores sem condições de ir ao trabalho, gera notícias negativas para o governo. Além da memória da população, as manchetes dos jornais e as reportagens nas TVs e em outros veículos como rádios, sites e blogs serão usadas na campanha eleitoral de 2018

Será fácil a abordagem. Basta um candidato petista ser oficializado na disputa do Palácio do Buriti que será lembrado como foi e como o PT entregou o GDF em 2014. O partido pode ter um desempenho pior do que teve em 2006. Nesse ano a candidata Arlete Sampaio ficou na terceira colocação, atrás do ex governador Arruda (à época no DEM) e da ex governadora Maria de Lourdes Abadia (PSDB). Ou pior que nas eleições deste ano, quando sequer foi ao segundo turno.

A diferença entre 2006 e 2014 é que neste último ano teve o comando do governo. E quem possui a máquina sempre sai à frente dos adversários, a não ser que o governo seja reconhecido pelo eleitor como um desastre. E foi o que aconteceu com Agnelo.

O governador precisa de uma operação de redução de danos ou enterra o PT de vez no Distrito Federal. Agnelo já bateu nas portas da presidente Dilma Rousseff (PT) pedindo ajuda. Busca para que o governo federal pague o que deve ao GDF, a contrapartida de obras, como as do PAC da Mobilidade.

CONTRATOS MILIONÅRIOS NA SAÚDE DO DF

O Ministério Publico do Distrito Federal e Territórios (MPDFT ) investiga contratos milionários do Governo do Distrito Federal (GDF) com empresas prestadoras de serviços para a rede pública de saúde. Um dos processos é sobre gastos com a Carreta Oftalmológica, que faz atendimento em diversas regiões administrativas. O contrato inicial prevê despesa de R$ 10 milhões, mas em seguida recebe aporte e chega a quase R$ 30 milhões. Os promotores ainda investigam outros 24 contratos com problemas semelhantes.

“Só para pagamento da Carreta Oftalmológica, pagamento ilegal, entre os dias 13 e 17 de novembro, uma ordem [de pagamento] deu R$ 8 milhões, afirma o promotor de justiça”, Jairo Bisol.
Desde setembro, empresas que prestam serviços aos hospitais, como alimentação, limpeza e fornecedores de materiais reclamam da falta de pagamento.

Os médicos do maior hospital do Distrito Federal, o Hospital de Base, denunciam situação grave de falta de material, medicamentos e estrutura básica para atender os pacientes. Em carta enviada a Secretaria de Saúde do Distrito Federal, os profissionais de saúde dizem que o quadro é de “calamidade” e caos.

O presidente do Sindicato dos Médicos, Gutemberg Fialho, diz que hoje a situação está mais grave, mas a falta de material e de condições mínimas de trabalho dificultam os atendimentos há muito tempo. “Essa situação vem se agravando ao longo do tempo, não é de hoje. Esse quadro tem se repetido e nós chegamos numa situação em que os colegas estão sem condições de assistir os pacientes e os pacientes sem ter assistência”.

Os recursos foram retirados de programa de Atenção Básica à Saúde.
A secretária de saúde, Marília Coelho, diz que o problema das contas é de arrecadação: “Para usar esse dinheiro, eu precisei fazer um termo de ajuste sanitário, precisei aprová-lo no Comitê Gestor, no Conselho de Saúde, negociar com Ministério Público, Tribunal de Justiça para apresentar o que nós iríamos fazer para não termos problemas judiciais posteriormente”.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

DEBUTANTE

O deputado federal Rogério Rosso-PSD, começará a sua primeira legislatura como líder da bancada naquela casa, o ex- governador comandará 37 deputados.

Nada mal para quem está debutando no congresso.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

DE JEITO NENHUM!

O governador eleito Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) tem dito a seus aliados mais próximos que pretende montar um secretariado de projeção nacional, para iniciar seu governo. A intenção é reverter a imagem de “ineficiência” e “pouco peso político” deixada por seu antecessor, Agnelo Queiroz (PT-DF).

Na equipe de transição, a meta tem acordo entre os partidos da coligação original – PSD, PDT e Solidariedade. Já os que se somaram à campanha no segundo turno, sobretudo PSDB e PPS, têm apresentado certa resistência em busca de mais participação no futuro governo.

Em recente encontro em uma premiação, e perguntado se aproveitaria algum secretário do atual governo, Rollemberg foi enfático, de jeito nenhum!


TRANSICÃO

A educação foi um dos principais assuntos na transição do governo, ontem. Em reunião com coordenadores de Rollemberg e integrantes de atores da sociedade civil ligados ao tema, os representantes da futura gestão explicaram como foi o primeiro mês de trabalho e como devem ser os próximos. Nesses primeiros dias, foram mapeados os riscos para garantir a continuidade de serviços por parte do Estado.

A equipe também se debruçou sobre as contas públicas a fim de encontrar saídas para cumprir os compromissos de campanha, mesmo com um rombo estimado em R$ 2,1 bilhões. Em relação à educação, por exemplo, eles terão de achar formas de como priorizar as promessas da eleição, já que o Plano Plurianual 2012-2015, que estabelece as diretrizes a serem seguidas na área, foi elaborado por Agnelo Queiroz (PT) e ainda estará em vigor no próximo ano.

domingo, 16 de novembro de 2014

FILIPPELLI CONTINUA VIVO

Mesmo saindo derrotado na chapa encabeçada pelo petista Agnelo, o vice- governador Tadeu Filipelli continua vivo e com muitos planos.

Presidente e principal liderança do PMDB/DF, o partido elegeu um federal, Roney Nemer e três distritais,  Rafael Prudente,  Robério Negreiros e Wellinghton Luis, e mais uma vez poderá ser o fiel da balança na eleição da mesa diretora da câmara Legislativa? Em 2015.

Aliado de primeira hora do vice  Presidente Michel Temer, Filippelli está Cotadissimo para assumir um cargo no primeiro escalão, o ministério das Minas e Energia seria uma das metas.

Figura querida e com Excelente trânsito em todas correntes política do DF, o experiente administrador mesmo perdendo a eleição, caso venha mesmo a assumir um ministério, seguramente será candidato ao Buriti.

A quem diga que em 2018 a dobradinha estaria viva com o PT/DF, só que desta vez os petistas seriam vice,  alguém acredita?


ENTORNO! UMA PREOCUPACÃO DE ROLLEMBERG

Com uma população de 1.251.281 habitantes, a Região Metropolitana (Entorno do DF) está carente de infraestrutura. A falta de acesso ou o acesso mitigado a serviços básicos precários, como saúde, educação, segurança, saneamento básico, iluminação pública e transporte, faz com que esta realidade do Entorno do DF sobrecarregue os serviços oferecidos pelo Distrito Federal. Somado à falta de emprego e à má condição de vida, tais como baixa renda, aumento da fecundidade e mortalidade, o DF se torna a alternativa mais próxima para a solução de alguns problemas dos moradores do Entorno.

Basta olharmos a renda per capita do DF que é quatro vezes e meia maior do que a do Município de menor renda do Entorno. O DF é sim o oásis deste ‘pedaço de cerrado’.

As carências desses serviços no Entorno influenciam diretamente na questão da violência. Segundo o Mapa da Violência 2013, cidades do Entorno ocupam altas posições no ranking da violência. Luziânia, por exemplo, é o 12º município com maior número de jovens assassinados, e a 21º em homicídios em todas as faixas etárias. Valparaíso (26ª), Cidade Ocidental (38ª) e Formosa (76ª) também figuram na lista de violência contra os jovens. Portanto, constatamos que no Entorno do DF estão localizadas algumas das cidades mais violentas do país.

O impacto nas cidades do DF é significativo! Ceilândia é a região do Distrito Federal com maior número de casos de homicídio e tem a influência de Águas Lindas de Goiás. Assim como o Novo Gama tem impacto sobre região administrativa do Gama. Logo, os números do Distrito Federal no Mapa da Violência são influenciados sim pelas circunstâncias vivenciadas pela  população no Entorno do DF.

É preciso mais que diálogo,  será preciso muito trabalho e parceria com o governo federal e Goiás.

DILMA DÁ CALOTE EM AGNELO! SERÁ?

Segundo fontes do Buriti, várias obras, como o Expresso DF, eram para ser executadas com dinheiro do DF com contrapartida do governo federal. A União não cumpriu a sua parte. Como a campanha eleitoral se aproximou, Agnelo precisou entregar as obras. O pagamento das empresas executoras foi completado com recurso do tesouro distrital.
Agnelo levou um calote da presidente Dilma. E não pode tornar isso público. Dilma tem mais quatro anos de mandato e muitos cargos. A partir de janeiro Agnelo é mais um petista desempregado em busca de colocação para ele e de pessoas do seu grupo político. Não é de bom grado  contrariar a chefa.

Fala-se que a dívida que o governo federal tem com o GDF passe de R$ 1 bilhão. O governador tem a esperança de receber e colocar as contas em dia para entregar ao seu sucessor, o governador eleitor Rodrigo Rollemberg (PSB). Ou, pelo menos, diminuir as dívidas.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

ROLLEMBERG COMEÇARÁ NO VERMELHO

Informações extraoficiais, já que o governo ainda não passou dados concretos para a equipe de transição, indicam que a maior dificuldade que o novo governo encontrará em 2015 será cobrir a folha de pagamento de servidores. Esse aperto de cintos ameaça inviabilizar novos concursos, assim como a convocação de aprovados nas últimas seleções. As dificuldades do atual governo para quitar contas com empresas terceirizadas e o atraso na folha de pagamento de servidores acenderam a luz amarela. “Não estou antecipando, pois são dados extraoficiais.

Se confirmarmos esses dados vamos ter de adotar medidas mais duras, não descartando a suspensão de concursos e da convocação de novos servidores em 2015”, avaliou o coordenador do Grupo de Transição do novo governo, Hélio Doyle.

O GT estuda o efeito de reajustes a servidores públicos dados a partir de 2013 em parcelas que se acumulam e terão impacto já no próximo ano. “Estamos vendo que esse é o problema. Como anunciamos, vamos cortar cargos comissionados, mas temos que preencher lacunas que se darão nas diversas áreas”, avalia Doyle.

A coordenação de transição afirma que ainda não possui os dados oficiais do governo, pois apenas esta semana foi possível enviar às secretarias do Governo do Distrito Federal o conjunto de perguntas elaboradas para esclarecer a real situação
do governo local, mas que os indícios levam a crer que o primeiro ano da gestão de Rollemberg será difícil. “O grande problema está no caixa do governo e no pagamento de pessoal. O atual governo não está pagando fornecedores e serviços importantes vêm sendo paralisados. O GDF está sem dinheiro para pagar o pessoal e por isso, para equilibrar as contas, está deixando de pagar por eles”, afirma Doyle. (Fonte Jornal de Brasília).

DERROTADOS E ENDIVIDADOS

Derrotados já no primeiro turno das eleições, os candidatos do PT aos governos de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Distrito Federal amargam não apenas a rejeição dos eleitores, mas também dívidas milionárias de campanha. Levantamento do site de VEJA com base nas prestações de conta divulgadas na noite desta terça-feira pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostra que Alexandre Padilha, Lindberg Farias, Gleisi Hoffmann e Agnelo Queiroz fecharam a corrida eleitoral com saldo negativo superior a 40 milhões de reais. Somente Padilha acumula 24,7 milhões de reais em dívidas – o petista gastou 40,2 milhões de reais, mas arrecadou apenas 15,5 milhões. A fracassada campanha do ex-ministro da Saúde gastou praticamente o mesmo valor que a do governador reeleito Geraldo Alckmin (PSDB), mas arrecadou menos da metade. E resultou em uma histórica derrota para o PT no Estado. Além de garantir mais quatro anos à frente do Palácio dos Bandeirantes, Alckmin saiu da disputa com 621 reais em caixa.

Após quatro anos de uma administração atrapalhada, com denúncias de corrupção sempre rondando o Palácio do Buriti, Agnelo Queiroz nem sequer chegou ao segundo turno da disputa no Distrito Federal: obteve 307.500 votos. Para isso, contudo, gastou 18,4 mihões de reais. Ou seja, cada voto 'custou' ao petista 60 reais – o maior valor dentre os quatro. Na sequência está a senadora Gleisi Hoffmann, que gastou praticamente 30 reais por voto recebido. Lindberg Farias ocupa a terceira posição, com o custo de 27 reais por voto. Já Padilha 'gastou' 11,50 reais para cada um dos 3.888.584 votos que recebeu em São Paulo.

Mais da metade do dinheiro arrecadado pelos candidatos foi gasta com empresas de publicidade e gráficas para criação e impressão de material de campanha. Padilha pagou ainda 1,6 milhão de reais com assessoria de imprensa. Lindberg desembolsou 720.000 reais com consultoria. Gleisi gastou 120.000 reais com uma empresa.

Agência.