quarta-feira, 22 de outubro de 2014

1 REAL

 A proposta de uma tarifa de ônibus a R$ 1 a partir de 1 de janeiro de 2015 é apontada como o principal motivo para que o candidato a governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), tenha caído nas pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira, 21, que apontou crescimento de Jofran Frejat (PR), autor da ideia.

O levantamento mostrou Rollemberg com 57% das intenções de voto, ante 43% de Frejat. Na primeira pesquisa Ibope do 2º turno, divulgada no dia 13, Rollemberg estava à frente com 60% dos votos válidos, enquanto Frejat tinha 40%. A distância de 20 pontos caiu para 14.

Batizada de "Tarifa Frejat", a ideia tem até jingle: "Eu ano de ônibus e vai melhorar, agora vou ter a tarifa Frejat". O candidato, que era vice de José Roberto Arruda (PR), cuja candidatura foi cassada pela Lei Ficha Limpa, chegou a registrar a promessa em cartório. Seus assessores afirmam que a "tarifa" é um fenômeno nas ruas do Distrito Federal e que o candidato tem sido constantemente abordado por eleitores que tiram dos bolsos moedas de R$ 1 e a apontam ao candidato, para evocar a promessa. A pesquisa Ibope, no entanto, frustrou a campanha de Frejat, que apostava numa diferença de apenas sete pontos para Rollemberg.

Para fazer frente à proposta, Rollemberg a classifica de eleitoreira e propõe a implementação de um "bilhete único". "É uma proposta demagógica, eleitoreira. Nós estudamos o Distrito Federal há mais de um ano e meio e apresentamos uma proposta consistente, que é a do Bilhete Único, como já existe no São Paulo e no Rio de Janeiro", disse ele hoje, ao participar de caminhada em Taguatinga ao lado do deputado federal Romário (PSB-RJ), eleito senador.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

BALA DE PRATA

Acusado pela expressiva vitória de Rollemberg no primeiro turno e com o contínuo crescimento do socialista. 

A coordenação de campanha de Frejat não teve outra escolha e lançou a tarifa Frejat 1 real.

Foi a última bala de prata de Frejat! O tiro não acertou de cheio,  mais acertou! E Rollemberg sangrou!

Resta saber se a seis dias da eleição Rollemberg terá sangue o suficiente para não morrer na praia.

A minha opinião é que Rollemberg vencerá por diferença entre 50 a 100 mil  votos, se a eleição fosse no outro domingo, Frejat viraria o jogo e seria o vencedor. Façam as suas apostas!

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

ROLLEMBERG

O jornalista Hélio Doyle,  coordenador geral da campanha de Rodrigo Rollemberg (PSB), candidato  ao Palácio do Buriti,  informou ao Blog que as especulações sobre secretários são totalmente furadas e que  também que não houve uma única conversa sobre o assunto com ninguém. E citou uma frase de Rollemberg: “Quem disser que será secretário ou terá qualquer cargo em meu governo, caso eu seja eleito, está mentindo.

PRB COM ROLLEMBERG

O PRB-DF consolidou nesta quarta, apoio ao candidato Rodrigo Rollemberg ao palácio do Buriti.

A ato ocorreu na sede do partido, no Lago Sul.

O deputado Vítor Paulo afirmou que o partido caminhará com Rollemberg sem pedir nada em troca, o nosso apoio será de contribuição ao projeto à nossa cidade, destacou.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

LISTA NEGRA

O presidente do PT/DF e deputado derrotado nem 2014, Policarpo,  está guardando no baú os nomes dos políticos que sempre contaram com o apoio do partido e que agora bandearam para o palanque de Aécio Neves contra a presidente Dilma.

Já estão no caderninho do petista os senadores Cristovam e Reguffe.  A idéia é alertar a militância a jamais acreditar neles.

Será que mete medo?

CAI CAI

Irmão e herdeiro de Paulo Tadeu,  conselheiro do Tribunal de Contas do DF, o recém eleito deputado distrital Ricardo Vale (PT) vai ter que se explicar ao TRE. Ele responde na uma séria acusação de compra de votos e corre o risco até de não ser empossado no dia 1° de janeiro.

ROLLEMBERG SEGUE NA FRENTE

Pesquisa Ibope: Rollemberg tem 60% e Frejat 40% dos votos válidos
Levantamento foi divulgado nesta segunda-feira (13/10)

De acordo com pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (13/10), Rodrigo Rollemberg (PSB) deve ser eleito governador do DF. O levantamento mostra o senador com 60% dos votos válidos contra 40% do candidato do PR, Jofran Frejat.

O cálculo desses votos é feito da seguinte forma: excluem-se os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Quando considerados os votos totais, o levantamento mostrou o seguinte cenário:

Rodrigo Rollemberg (PSB) – 52%
Jofran Frejat (PR) – 35%
Branco/nulo – 8%
Não sabe/não respondeu – 5%

CB.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

DF: AÉCIO 69% DILMA31%

Pesquisa Ibope do segundo turno para presidente da República no Distrito Federal apontou o candidato do PSDB, Aécio Neves, com 69% dos votos válidos contra 31% da candidata à reeleição, a petista Dilma Rousseff. A margem de erro do levantamento é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

O levantamento foi encomendado pela Rede Globo. Foram ouvidos 2.002 eleitores em todo o Distrito Federal entre os dias 10 e 12 de outubro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) sob o número DF-00081/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01085/2014.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

ROMBO NO BURITI DE AGNELO

As trapalhadas do PT enterraram o governo de Agnelo. Pesaram as fortes suspeitas de maracutaias, em especial a de superfaturamento do Estádio Mané Garrincha, com R$ 2 bilhões em obras. O governador Agnelo amargou um vexatório 3º lugar. O ex-secretário de Saúde Rafael Barbosa, que tentou a Câmara, também não se elegeu. É alvo do MP por tentar superfaturar aparelho fisioterápico em R$ 3,5 milhões. Também dançou o candidato ao Senado Magela (ex-secretário de Habitação). Magela prometeu a eleitores um mega Minha Casa, Minha Vida, mas queria prédios num terreno do DF cedido há 30 anos para a Embrapa, sua principal sede de pesquisas.

Desgaste
Com o desgaste de Agnelo, dois outros ficaram no caminho para a Câmara Federal: o ex-secretário de Segurança Sandro Avelar, e Patrício, ex-presidente da Câmara Distrital.

Falta grave
Durante a Copa, para não fazer feio para o mundo, Agnelo priorizou recursos para o evento e interrompeu o repasse para entidades de tratamentos a dependentes químicos.

Nem sopa
Com a derrota de Agnelo, a face oculta da situação do DF veio à tona: Falta comida para servidores em 16 hospitais porque fornecedores não recebem há meses.

Rombo
Há indicativos entre gabinetes do Palácio Buriti de que as contas em atraso de fornecedores do governo do DF somam R$ 1,3 bilhão.

ROMBO NO BURITI DE AGNELO

As trapalhadas do PT enterraram o governo de Agnelo. Pesaram as fortes suspeitas de maracutaias, em especial a de superfaturamento do Estádio Mané Garrincha, com R$ 2 bilhões em obras. O governador Agnelo amargou um vexatório 3º lugar. O ex-secretário de Saúde Rafael Barbosa, que tentou a Câmara, também não se elegeu. É alvo do MP por tentar superfaturar aparelho fisioterápico em R$ 3,5 milhões. Também dançou o candidato ao Senado Magela (ex-secretário de Habitação). Magela prometeu a eleitores um mega Minha Casa, Minha Vida, mas queria prédios num terreno do DF cedido há 30 anos para a Embrapa, sua principal sede de pesquisas.

Desgaste
Com o desgaste de Agnelo, dois outros ficaram no caminho para a Câmara Federal: o ex-secretário de Segurança Sandro Avelar, e Patrício, ex-presidente da Câmara Distrital.

Falta grave
Durante a Copa, para não fazer feio para o mundo, Agnelo priorizou recursos para o evento e interrompeu o repasse para entidades de tratamentos a dependentes químicos.

Nem sopa
Com a derrota de Agnelo, a face oculta da situação do DF veio à tona: Falta comida para servidores em 16 hospitais porque fornecedores não recebem há meses.

Rombo
Há indicativos entre gabinetes do Palácio Buriti de que as contas em atraso de fornecedores do governo do DF somam R$ 1,3 bilhão.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

AMADORISMO DERRUBARAM AGNELO

O segundo turno entre os candidatos Rodrigo Rollemberg (PSB) e Jofran Frejat (PR) era esperado. O governador Agnelo Queiroz (PT) ficou de fora da disputa devido a alta rejeição ao seu governo. A campanha do petista foi dirigida por amadores, agendas mal programadas, não soube reverter e Agnelo entrou para a histórica como o primeiro governador a cair logo no primeiro turno. Hoje, a partir das 17 horas, reinicia a campanha. Após obedecer o intervalo de 24 horas estipulada pela Justiça Eleitoral, Rollemberg e Frejat poderão voltar as ruas para fazer o corpo-a-corpo, caminhadas, comícios e reuniões. A propaganda na televisão e no rádio só volta na próxima quinta-feira, dia 9. Os candidatos terão tempo iguais.

JÚLIO CÉSAR CONQUISTA BRASÍLIA!

Com 100% das urnas apuradas no Distrito Federal, já é possível destacar os cinco deputados distritais eleitos mais votados nestas eleições. Todos eles, ficaram com o número de votos na casa entre 20 e 30 mil. Ao todo, 24 deputados foram eleitos para a Câmara Legislativa do DF. Por conta do quociente eleitoral (que leva em consideração os votos destinados ao partido), os candidatos eleitos não necessariamente representam os mais votados. No caso dos cinco primeiros, a expressiva votação garantiu um assento na casa, independente do quociente.

Conheça os deputados:

>> 1º / Júlio César (PRB/PTC) — 29.384 votos
Ex-secretário de Esporte do GDF, Júlio César, 39 anos, é calouro em eleições. Ex-empresário do ramo de segurança patrimonial em São Paulo, mudou-se para Brasília em 2011, a pedido do partido, para assumir a secretaria-adjunta de Esporte. Evangélico há 22 anos, casado há 19 e membro da Igreja Universal do Reino de Deus, Ribeiro deveu boa parte de seu sucesso eleitoral à dobradinha feita com deputado federal Vítor Paulo, eleito deputado federal pelo RJ em 2010.

>> 2º / Robério Negreiros (PMDB) — 25.646 votos
Robério Negreiros Filho, 36, é brasiliense e tem origem profissional empresarial. Em 2010, ficou na primeira suplência de sua coligação. Acabou assumindo o mandato no lugar de Benício Tavares, que teve o mandato revogado pelo TSE por suposto abuso de poder econômico e captação ilícita de votos. Robério entrou para os negócios com o pai, Robério Negreiros, dono da Brasfort, empresa de segurança patrimonial. Na Câmara, propôs 129 projetos. Suas verbas indenizatórias custaram, mensalmente, em média, R$ 18,5 mil.

>> 3º Professor Israel (PRV/PV) — 22.500 votos
Eleito pela primeira vez em 2010, atuou na Assessoria de Juventude do governo do Distrito Federal e, em 2008, assumiu o cargo de secretário adjunto de Trabalho. Em 2009, tornou-se titular da pasta deixando o cargo assim que denúncias de corrupção vieram à tona. Antes de assumir o cargo no DF, coordenou o Departamento de Pesquisas em Economia Solidária da pasta. Em seu mandato, apresentou 73 projetos e gastou, em média, R$ 9,9 mil em verbas indenizatórias.

>> 4º Dr. Michel (PT/PP) — 22.422 votos
Ex-cobrador de ônibus e delegado de polícia, Márcio Michel Alves de Oliveira, 50 anos, tem seu nome ligado à segurança pública. Seus principais redutos eleitorais são Planaltina, Paranoá, Sobradinho I e II. É eleito deputado distrital pela segunda vez. Em sua primeira passagem pela Câmara, apresentou 111 projetos de lei e gastou, em média, R$ 10,6 mil de verba indenizatória a que tem direito. Também foi eleito presidente da Comissão de Ética da Casa.

>> 5º Rodrigo Delmasso (PC do B, PPL, PTN) — 20.894 votos
Ex-subsecretário de Programas e Projetos Especiais da Secretaria do Meio Ambiente do GDF, Rodrigo Delmasso, 34, é evangélico da Sara Nossa Terra, comandada pelo Bispo Rodovalho. Em 2010, conquistou 6,3 mil votos, mas acabou derrotado. Durante as negociações para a indicação da primeira suplência do candidato Geraldo Magela (PT) ao Senado, Delmasso chegou a ser cotado, mas, com menos de 35 anos, não participou da disputa. Entre seus principais doadores está o candidato a federal Vítor Paulo (PRB).

>> 6º Joe Valle (PDT) - 20.352 votos
>> 7º Sandra Faraj - (SD - PSB / PDT /SD) - 20.269 votos
>> 8º Wasny de Roure (PT) - 19.318 votos
>> 9º Rafael Prudente (PMDB) - 17.581 votos
>> 10º Chico Vigilante (PT) - 17.040 votos
>> 11º Liliane Roriz (PRTB) - 16.745 votos
>> 12º Juarezão (PRTB) - 15.923 votos
>> 13º Chico Leite (PT) - 15.636 votos
>> 14º Agaciel Maia (PTC) - 14.876 votos
>> 15º Cristiano Araujo (PTB) - 14.657 votos
>> 16º Ricardo Vale (PT) - 14.223 votos
>> 17º Bispo Renato (PR) - 14.216 votos
>> 18º Celina Leão (PDT) - 12.670 votos
>> 19º Prof. Reginaldo Veras (PDT) - 12.506 votos
>> 20º Lira (PHS) - 11.463 votos
>> 21º Telma Rufino (PPL) - 11.364 votos
>> 22º Wellington Luiz (PMDB) - 10.330 votos
>> 23º Raimundo Ribeiro (PSDB) - 10.026 votos
>> 24º Luiza de Paula (PEN) - 7.428 votos

sábado, 4 de outubro de 2014

IBOPE: ROLLEMBERG 42% FREJAT 29% AGNELO 22%

Pesquisa Ibope para o governo do Distrito Federal divulgada neste sábado, 4, mostra Rodrigo Rollemberg (PSB) com 42% dos votos válidos. Pelo levantamento, ele iria para o segundo turno com Jofran Frejat (PR), que aparece com 29% da intenção de votos. O atual governador do DF e candidato à reeleição Agnelo Queiroz (PT) tem 22%. Luiz Pitman (PSDB) aparece com 4%, Toninho (PSOL) tem 2% e Perci Marrara, 1% dos votos válidos.

Nas simulações de segundo turno, Rollemberg teria 52% dos votos totais, contra 30% de Frejat. Brancos e nulos totalizam 11%, não souberam ou não opinaram, 6%. Em um segundo cenário, Rollemberg somaria 61%, contra 22% de Agnelo. Brancos e nulos também totalizam 11%, não souberam ou não opinaram, 6%.

Se forem contabilizados todos os votos, Rodrigo Rollemberg tem 36% das intenções, Jofran Frejat, 25%, Agnelo Queiroz, 19%, Luiz Pitiman, 3% e Toninho (PSOL), 2%. Perci Marrara não pontuou. Brancos e nulos somam 7% e indecisos, 8%.

Senado

O levantamento também coletou as intenções de votos para o Senado no Distrito Federal. Dos votos totais, Reguffe (PDT) lidera com 41% das intenções. Magela (PT) tem 18%, Gim Argello (PTB), 15%, e Sandra Quezado (PSDB), 3%. Aldemário (PSOL) e Robson (PSTU) têm 1% cada. Juntos, Expedito Mendonça (PCO) e Jamil Magari (PCB) somam 1%. Brancos e nulos chegam a 9% e indecisos, 12%.

A pesquisa foi encomendada pela Rede Globo. Foram ouvidos 2.002 eleitores em todo o Distrito Federal entre os dias 1º e 4 de outubro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o número DF-00072/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01015/2014.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

DUAS CARAS

Tem deputado petista percorrendo os quatro cantos do DF buscando a reeleição para a CLDF. Um deles outro dia em Sobradinho dizia firme do alto de um luxuoso trio elétrico rodeado de moças com lenços vermelhos que não acreditava em pesquisas que excluem o governador Agnelo Queiroz do segundo turno.

Mais na frente o mesmo candidato gritava que as mesmas pesquisas colocava a presidente Dilma em primeiro. Vai entender!

TRAIRAGEM

Na reta final da campanha o racha da campanha de Agnelo já aparece nitidamente. Segundo fontes, o candidato ao Senado, Geraldo Magela coloca a culpa em sua virtual derrota ao governador Agnelo, Magela não perdoa Agnelo por ter investido muito pouco em publicidade em relação a Secretaria de Habitação que Magela comandou durante três anos.

Internamente existe uma disputa para quem conseguirá mais votos.

Além disto, muitos candidatos à distrital na chapa petista reclamam da direção do partido pelo fato de não aparecerem nos programas eleitorais.

O racha veio na hora errada!

terça-feira, 30 de setembro de 2014

IBOPE: ROLLEMBERG E FREJAT NO SEGUNDO TURNO

Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (30) aponta o candidato Rodrigo Rollemberg (PSB) com 32% das intenções de voto para governador do Distrito Federal. Em segundo lugar está Jofran Frejat (PR), com 24%, seguido de Agnelo Queiroz (PT), que tem 19%.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Em seguida aparecem empatados os candidatos Luiz Pitiman (PSDB) e Toninho do PSOL (PSOL), com 3%. Perci Marrara (PCO) teve 0%.

Confira abaixo os números do Ibope, segundo a pesquisa estimulada, em que os nomes de todos os candidatos são apresentados ao eleitor (os candidatos que aparecem com 0% são os que tiveram menos de 1% das menções cada um):

Rodrigo Rollemberg (PSB): 32%
Jofran Frejat (PR): 24%
Agnelo Queiroz (PT): 19%
Luiz Pitiman (PSDB): 3%
Toninho do PSOL (PSOL): 3%
Perci Marrara (PCO): 0%
- Branco/nulo: 9%
- Não sabe/não respondeu: 10%

sábado, 27 de setembro de 2014

REGUFFE MUITO PERTO DA VITÓRIA

O deputado federal Reguffe (PDT) lidera a disputa pelo Senado com 42% das intenções de voto, aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (26). Magela (PT) aparece com 20%. Em seguida, vem o senador Gim Argello (PTB), que tenta continuar no cargo, com 10%. Brancos e nulos somam 10%, e 15% não sabem ou não responderam. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

Confira os números da pesquisa sobre a disputa pelo Senado:

- Reguffe (PDT): 42%
- Magela (PT): 20%
- Gim Argello (PTB): 10%
- Sandra Quezado (PSDB): 2%
- Robson (PSTU): 0%
- Aldemário (PSOL): 0%
- Expedito Mendonça (PCO): 0%
- Jamil Magari (PCB): 0%
- Branco/nulo: 10%
- Não sabe/não respondeu: 15%

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

ROLLEMBERG LIDERA! FREJAT EM SEGUNDO

O senador Rodrigo Rollemberg (PSB) lidera a corrida eleitoral ao governo do Distrito Federal com 31% dos votos, de acordo com pesquisa Ibope/Globo divulgada na noite desta quarta-feira (24). Em segundo lugar, aparecem tecnicamente empatados  Jofran Frejat (PR), que tem 21%, e o atual governador, Agnelo Queiroz (PT), candidato à reeleição com 19% das intenções de voto. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais e para menos.

Rollemberg tem o apoio da ex-senadora Marina Silva (PSB), candidata à Presidência, que segundo as pesquisas irá disputar o segundo turno com a presidente Dilma Rousseff.

Se as eleições fossem hoje, Rollemberg iria para o segundo turno, mas como Frejat e Agnelo estão tecnicamente empatados não é possível confirmar quem seria seu concorrente.

Frejat substituiu José Roberto Arruda (PR), que liderava as intenções de voto até meados de setembro e teve o registro de candidatura cassado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com base na Lei da Ficha Limpa. Arruda renunciou à campanha no último dia 13.

O deputado federal Luiz Pitiman (PSDB) tem 3%, mesmo percentual do candidato do PSOL, Toninho. Perci Marrara, do PCO, não pontuou na pesquisa.

G1.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

PARENTELA À TODO VAPOR

No Distrito Federal, herdeiros tentam aproveitar histórico eleitoral de parentes.

Um sobrenome político de peso é a aposta de muitos candidatos à eleição de 5 de outubro no Distrito Federal. Eles tentam se aproveitar do espaço e os votos conquistados pelos parentes em pleitos anteriores, mesmo que o familiar tenha passado por algum escândalo político. Os herdeiros juram ter ideias próprias, mas não há como negar que o interesse na ligação direta feita pelos eleitores existe. Como foi o caso da escolha de Flávia Arruda, mulher de José Roberto Arruda, como vice na chapa agora encabeçada por Jofran Frejat — todos do PR.

O caso mais emblemático é o da família Roriz. Parentes do ex-governador acreditam que ter o sobrenome de Joaquim na urna ajuda, mas é necessário o trabalho de rua de qualquer forma. A menos de duas semanas para as eleições, a agenda de todos tem sido duplicada para atender os compromissos próprios dos postulantes. Este ano, pelo menos quatro candidatos têm algum parentesco com Joaquim Roriz (PRTB) — inelegível por causa da Lei da Ficha Limpa. 

Com o mesmo sobrenome do ex-governador, estão na disputa a filha Liliane (PRTB), os sobrinhos Paulo (PP) e Dedé (PRTB), e o neto, Joaquim Domingos Roriz Neto (PMN). O último, candidato a federal, tem recebido maior apoio porque a mãe, Jaqueline, desistiu da candidatura após perder em decisões na Justiça Eleitoral. Liliane tem ajudado o sobrinho e ido às agendas e aos compromissos do candidato, o mais jovem da família, com 22 anos. “O ritmo está intenso. Redobrei a agenda. É caminhada de manhã, à tarde e à noite, visitas e reuniões. É um grande momento da vida política”, afirma Liliane, que disputa a reeleição para distrital.

A ajuda a Joaquim Roriz Neto só não tem sido mais forte do que o trabalho para reforçar a troca de chapa majoritária da coligação, de Arruda para Frejat, por causa das derrotas judiciais do ex-governador. “Temos que aproveitar esse momento, em que há rejeição ao atual governo, e intensificar os compromissos para informar com rapidez essa troca”, explica a deputada. 

O atual governo também tem os familiares nas urnas. Para substituir o irmão Paulo Tadeu — ex-deputado distrital e atual conselheiro do Tribunal de Contas do DF —, Ricardo Vale (PT) tem aparecido mais nas ruas, principalmente com a colocação de cavaletes em vários pontos do DF. O comportamento é estratégico para o fim de campanha. O concorrente tem escolhido uma cidade por dia para visitar e conversar com o eleitorado. Segundo Ricardo, a tendência é aumentar ainda mais nos próximos dias. “A maioria deixa para escolher o candidato nesse momento, então, temos que aparecer mais”, diz.

CB.

RETA FINAL

Há razões para crer que Agnelo ficará de fora até mesmo do segundo turno. Frejat tem um potencial de crescimento maior dada a rejeição baixa. Além disso, ele aposta insistentemente na ligação de sua imagem com a do ex-presidiário Arruda – o que pode parecer ruim numa primeira análise, mas tem um efeito positivo na busca pelos votos. O candidato barrado acompanha o sucessor durante a maior parte dos atos de campanha. E, como a nova candidata a vice é Flávia Arruda, o sobrenome célebre continua fazendo parte do material de campanha.

Por isso, é provável que Frejat ainda suba nas pesquisas e deixe Agnelo Queiroz em um incômodo terceiro lugar. Frejat não é uma aposta no escuro: para o bem ou para o mal, é um político experiente. Ligado ao ex-governador Joaquim Roriz, ele foi deputado constituinte e comandou a secretaria de Saúde do Distrito Federal por quatro vezes vezes.

Já o novo favorito, Rodrigo Rollemberg, tenta se aproveitar ao máximo da popularidade de Marina Silva na capital federal. Brasília foi uma das cidades onde a candidata obteve melhores resultados em 2010. Ela ficou à frente de Dilma Rousseff e José Serra (PSDB) entre os eleitores do Distrito Federal. Agora, segundos as pesquisas, a candidata do PSB caminha para mais uma vitória na capital do país.

Rollemberg foi Secretário de Turismo do governo de Cristovam Buarque (então no PT), deputado distrital, deputado federal e chegou ao Senado em 2010, na coligação de Agnelo Queiroz. Mas o mau governo do petista e as pretensões do PSB fizeram com que Rollemberg rompesse a aliança com o governador.

Já a candidatura do governador Agnelo Queiroz é a mais frágil, apesar de ele ter a máquina pública em mão e dispor do maior tempo de TV, em uma coligação que também inclui PMDB e PP. Sem um padrinho político presente (Dilma e Lula não fizeram qualquer ato de campanha ao lado de Agnelo), o governador tem um cenário difícil diante de si. A rejeição do petista é de 45%, segundo o Ibope. Tão alta que, na simulação feita pelo Ibope para o segundo turno, ele perderia por 53 a 24% para Rollemberg e por 43% a 29% para Frejat. Mas, agora, isso é o de menos: para Agnelo, chegar ao segundo turno já seria uma vitória.