domingo, 16 de novembro de 2014

FILIPPELLI CONTINUA VIVO

Mesmo saindo derrotado na chapa encabeçada pelo petista Agnelo, o vice- governador Tadeu Filipelli continua vivo e com muitos planos.

Presidente e principal liderança do PMDB/DF, o partido elegeu um federal, Roney Nemer e três distritais,  Rafael Prudente,  Robério Negreiros e Wellinghton Luis, e mais uma vez poderá ser o fiel da balança na eleição da mesa diretora da câmara Legislativa? Em 2015.

Aliado de primeira hora do vice  Presidente Michel Temer, Filippelli está Cotadissimo para assumir um cargo no primeiro escalão, o ministério das Minas e Energia seria uma das metas.

Figura querida e com Excelente trânsito em todas correntes política do DF, o experiente administrador mesmo perdendo a eleição, caso venha mesmo a assumir um ministério, seguramente será candidato ao Buriti.

A quem diga que em 2018 a dobradinha estaria viva com o PT/DF, só que desta vez os petistas seriam vice,  alguém acredita?


ENTORNO! UMA PREOCUPACÃO DE ROLLEMBERG

Com uma população de 1.251.281 habitantes, a Região Metropolitana (Entorno do DF) está carente de infraestrutura. A falta de acesso ou o acesso mitigado a serviços básicos precários, como saúde, educação, segurança, saneamento básico, iluminação pública e transporte, faz com que esta realidade do Entorno do DF sobrecarregue os serviços oferecidos pelo Distrito Federal. Somado à falta de emprego e à má condição de vida, tais como baixa renda, aumento da fecundidade e mortalidade, o DF se torna a alternativa mais próxima para a solução de alguns problemas dos moradores do Entorno.

Basta olharmos a renda per capita do DF que é quatro vezes e meia maior do que a do Município de menor renda do Entorno. O DF é sim o oásis deste ‘pedaço de cerrado’.

As carências desses serviços no Entorno influenciam diretamente na questão da violência. Segundo o Mapa da Violência 2013, cidades do Entorno ocupam altas posições no ranking da violência. Luziânia, por exemplo, é o 12º município com maior número de jovens assassinados, e a 21º em homicídios em todas as faixas etárias. Valparaíso (26ª), Cidade Ocidental (38ª) e Formosa (76ª) também figuram na lista de violência contra os jovens. Portanto, constatamos que no Entorno do DF estão localizadas algumas das cidades mais violentas do país.

O impacto nas cidades do DF é significativo! Ceilândia é a região do Distrito Federal com maior número de casos de homicídio e tem a influência de Águas Lindas de Goiás. Assim como o Novo Gama tem impacto sobre região administrativa do Gama. Logo, os números do Distrito Federal no Mapa da Violência são influenciados sim pelas circunstâncias vivenciadas pela  população no Entorno do DF.

É preciso mais que diálogo,  será preciso muito trabalho e parceria com o governo federal e Goiás.

DILMA DÁ CALOTE EM AGNELO! SERÁ?

Segundo fontes do Buriti, várias obras, como o Expresso DF, eram para ser executadas com dinheiro do DF com contrapartida do governo federal. A União não cumpriu a sua parte. Como a campanha eleitoral se aproximou, Agnelo precisou entregar as obras. O pagamento das empresas executoras foi completado com recurso do tesouro distrital.
Agnelo levou um calote da presidente Dilma. E não pode tornar isso público. Dilma tem mais quatro anos de mandato e muitos cargos. A partir de janeiro Agnelo é mais um petista desempregado em busca de colocação para ele e de pessoas do seu grupo político. Não é de bom grado  contrariar a chefa.

Fala-se que a dívida que o governo federal tem com o GDF passe de R$ 1 bilhão. O governador tem a esperança de receber e colocar as contas em dia para entregar ao seu sucessor, o governador eleitor Rodrigo Rollemberg (PSB). Ou, pelo menos, diminuir as dívidas.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

ROLLEMBERG COMEÇARÁ NO VERMELHO

Informações extraoficiais, já que o governo ainda não passou dados concretos para a equipe de transição, indicam que a maior dificuldade que o novo governo encontrará em 2015 será cobrir a folha de pagamento de servidores. Esse aperto de cintos ameaça inviabilizar novos concursos, assim como a convocação de aprovados nas últimas seleções. As dificuldades do atual governo para quitar contas com empresas terceirizadas e o atraso na folha de pagamento de servidores acenderam a luz amarela. “Não estou antecipando, pois são dados extraoficiais.

Se confirmarmos esses dados vamos ter de adotar medidas mais duras, não descartando a suspensão de concursos e da convocação de novos servidores em 2015”, avaliou o coordenador do Grupo de Transição do novo governo, Hélio Doyle.

O GT estuda o efeito de reajustes a servidores públicos dados a partir de 2013 em parcelas que se acumulam e terão impacto já no próximo ano. “Estamos vendo que esse é o problema. Como anunciamos, vamos cortar cargos comissionados, mas temos que preencher lacunas que se darão nas diversas áreas”, avalia Doyle.

A coordenação de transição afirma que ainda não possui os dados oficiais do governo, pois apenas esta semana foi possível enviar às secretarias do Governo do Distrito Federal o conjunto de perguntas elaboradas para esclarecer a real situação
do governo local, mas que os indícios levam a crer que o primeiro ano da gestão de Rollemberg será difícil. “O grande problema está no caixa do governo e no pagamento de pessoal. O atual governo não está pagando fornecedores e serviços importantes vêm sendo paralisados. O GDF está sem dinheiro para pagar o pessoal e por isso, para equilibrar as contas, está deixando de pagar por eles”, afirma Doyle. (Fonte Jornal de Brasília).

DERROTADOS E ENDIVIDADOS

Derrotados já no primeiro turno das eleições, os candidatos do PT aos governos de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Distrito Federal amargam não apenas a rejeição dos eleitores, mas também dívidas milionárias de campanha. Levantamento do site de VEJA com base nas prestações de conta divulgadas na noite desta terça-feira pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostra que Alexandre Padilha, Lindberg Farias, Gleisi Hoffmann e Agnelo Queiroz fecharam a corrida eleitoral com saldo negativo superior a 40 milhões de reais. Somente Padilha acumula 24,7 milhões de reais em dívidas – o petista gastou 40,2 milhões de reais, mas arrecadou apenas 15,5 milhões. A fracassada campanha do ex-ministro da Saúde gastou praticamente o mesmo valor que a do governador reeleito Geraldo Alckmin (PSDB), mas arrecadou menos da metade. E resultou em uma histórica derrota para o PT no Estado. Além de garantir mais quatro anos à frente do Palácio dos Bandeirantes, Alckmin saiu da disputa com 621 reais em caixa.

Após quatro anos de uma administração atrapalhada, com denúncias de corrupção sempre rondando o Palácio do Buriti, Agnelo Queiroz nem sequer chegou ao segundo turno da disputa no Distrito Federal: obteve 307.500 votos. Para isso, contudo, gastou 18,4 mihões de reais. Ou seja, cada voto 'custou' ao petista 60 reais – o maior valor dentre os quatro. Na sequência está a senadora Gleisi Hoffmann, que gastou praticamente 30 reais por voto recebido. Lindberg Farias ocupa a terceira posição, com o custo de 27 reais por voto. Já Padilha 'gastou' 11,50 reais para cada um dos 3.888.584 votos que recebeu em São Paulo.

Mais da metade do dinheiro arrecadado pelos candidatos foi gasta com empresas de publicidade e gráficas para criação e impressão de material de campanha. Padilha pagou ainda 1,6 milhão de reais com assessoria de imprensa. Lindberg desembolsou 720.000 reais com consultoria. Gleisi gastou 120.000 reais com uma empresa.

Agência.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

PT FARÁ OPOSIÇÃO À ROLLEMBERG

PT fará oposição ao governo de Rodrigo Rollemberg (PSB). A decisão foi tomada oficialmente ontem à noite pela Executiva do partido. Até a semana passada, dos quatro parlamentares eleitos para a próxima legislatura da Câmara Legislativa, apenas o deputado distrital Chico Vigilante (PT) tinha dado sinais de que manteria a relação contrário ao próximo governo. Os demais deputados — até por manterem uma boa relação com Rollemberg —, preferiam o discurso mais moderado. No entanto, a partir de agora, a recomendação parte da Comissão Executiva Regional do PT.

O secretário-geral do PT local, Ricardo Vale (PT), eleito pela primeira vez para o mandato 2014-2018, assim como o deputado reeleito Chico Leite (PT) já tinham manifestado, inclusive, abertura a um relacionamento mais próximo do governador eleito. “Dentro desse cenário, o PT deve ser oposição. Feita de forma serena, cumprindo seus compromissos, mas defendendo o que for bom para a sociedade”, afirmou o presidente do PT-DF, Roberto Policarpo. Segundo ele, a oposição não será feita a qualquer custo, muito menos será qualificada como forte ou fraca. “O PT tem maturidade para agir. Fomos governo duas vezes, conhecemos e queremos fazer da forma correta”, explicou.

Para o distrital Chico Vigilante (PT), a oposição será a mesma de quando o PT fez oposição em governos passados: clara e sem barganha. “Oposição é oposição. Os eleitores mandaram a gente para a oposição. Não é uma questão de escolha. E o nosso papel será assumir essa condição”, disse.

Cronograma
De acordo com o documento construído durante a reunião de ontem à noite, o PT continuará defendendo as realizações positivas do governo, mas fiscalizará as ações do Executivo local. Dialogará com movimentos sociais e incentivará a realização de uma reforma política. A reunião serviu também para a elaboração de um calendário de atividades do partido. Entre janeiro e março, por exemplo, a sigla fará um balanço político dos últimos quatro anos como base para a criação de um outro cronograma, com as ações para os anos seguintes.

CB.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

COMEÇOU A TRANSIÇÃO

O governador eleito Rodrigo Rollemberg (PSB) e o vice Renato Santana (PSD) se reuniram, nesta manhã de quinta-feira (30/10), com representantes do PSB, PDT, PSD, Solidariedade e Rede Sustentabilidade. O grupo está discutindo pontos da transição. A reunião, na sede nacional do PSB, na Asa Norte, é a primeira oficial para tratar sobre o assunto.

Estiveram na reunião, além de Rollemberg e Santana, nomes como o senador Cristovam Buarque (PDT), o deputado federal eleito Rogério Rosso, presidente regional do PSD, e os distritais reeleitos Joe Valle e Celina Leão, ambos do PDT.

Perto do final desta manhã, integraram a reunião da transição os partidos que apoiaram a candidatura de Rollemberg no segundo turno: PSDB, PPS, PRB, PV, PRP e PTN. Na sexta, Rollemberg e o governador Agnelo Queiroz (PT) terão o primeiro encontro oficial depois da eleição.
CB.

2018 É LOGO ALI

Quem acompanhou a propaganda gratuita de na TV, percebeu o sumiço do ex-governador Arruda e aparição da esposa e vice na chapa de Frejat Flávia Arruda, as aparições não tem somente vínculo com esta eleição,  mais também com a eleição de 2018.

Empedido de disputar eleições e com os direitos políticos suspensos, Arruda deve lançar a esposa para concorrer a um cargo, principalmente à Câmara Distrital.
Quem viver verá!

HERANÇA MALDITA

O governador eleito do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, do PSB, calcula que vai herdar uma dívida de r$ 2 bilhões. Na terça-feira (28), produtores culturais cobraram uma dívida de R$ 46 milhões. Professores aposentados também exigiram o pagamento de R$ 12 milhões referentes à licença prêmio e férias atrasadas.

E alunos de escolas rurais estão sem frequentar as aulas desde sexta (24) porque a empresa que faz o transporte escolar não recebeu o repasse pelo serviço. O governador Agnelo Queiroz, do PT, garante que vai pagar todas as contas até o término do mandato.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

ADMINISTRADOR DE BRASÍLIA EXONERADO E NÃO SABIA

O administrador regional de Brasília,  capital do país e patrimônio cultural da humanidade,  Jean Carmo, foi exonerado pelo governador Agnelo na sexta, e somente hoje (segunda), soube do ato.
Fui pego de surpresa afirmou Jean!

Ele assumiu a administração de Brasília após a saída de Messias de Sousa que disputou uma vaga à Câmara Federal. Jean é filiado ao PC do B. Em seu lugar assumiu Abdon,  que já presidiu a Terracap,  BRB e administração do Lago Sul, sem muito sucesso!

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

ROLLEMBERG ASSUMIRÅ GOVERNO COM UM ROMBO DE 2 BILHÕES

  O governador eleito do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), comemorou a vitória neste segundo turno ao lado da mãe, Dona Teresa, e da mulher Márcia, no início da noite deste domingo, 26. Ele adiantou que já vai iniciar nesta semana as conversas de transição com o atual governador Agnelo Queiroz (PT). Segundo ele, a primeira medida do seu governo será "radicalizar na transparência", com a criação de um conselho formado por entidades da sociedade civil para acompanhar os projetos e gastos do governo.

Ele afirmou que os dados dos contratos do DF serão divulgados em painéis e que abrirá a senha para acompanhamento do orçamento pela população. O governador eleito não quis adiantar os nomes do seu secretariado. "Nós não vamos aparelhar o governo. Vamos fazer um governo com metas e resultados, com pessoas qualificadas".

Ele admitiu que já assume com dificuldades financeiras. "A situação do DF é realmente muito difícil. Existe um déficit, já assumido pelo atual governo, de R$ 2,1 bilhões. Vamos estudar na transição quais serão as medidas que nos permitirão equilibrar financeiramente o DF".

Questionado se governará com apoio do PT, de Agnelo Queiroz, ele afirmou que aceitará a adesão ao programa de governo. "Vamos iniciar as conversas com os partidos".

Rollemberg enfrentou no segundo turno o candidato do PR, Jofran Frejat, cujo mote da campanha foi a tarifa R$ 1,00, a chamada tarifa Frejat. O governador eleito afirmou que, na mobilidade urbana, sua principal medida será o bilhete único para o transporte público e não a redução do preço da passagem.

domingo, 26 de outubro de 2014

ROLLEMBERG

Brasília vota pra mudar e elege Rollemberg governador!

BOM VOTO

Chegou o grande dia Brasília de mostrar a sua cara, de vestir a camisa de seu candidato, pegar a bandeira e votar!

Quase dois milhões ansiosos e cheio de esperança.

Eleger um governador que esteja ao lado do povo, que faça as mudanças que o DF precisa para avançar, que seja honesto e que ame esta cidade!

Vamos lá Brasília!  Você merece ser FELIZ!

Boa sorte Frejat e Rollemberg! 

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

1 REAL

 A proposta de uma tarifa de ônibus a R$ 1 a partir de 1 de janeiro de 2015 é apontada como o principal motivo para que o candidato a governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), tenha caído nas pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira, 21, que apontou crescimento de Jofran Frejat (PR), autor da ideia.

O levantamento mostrou Rollemberg com 57% das intenções de voto, ante 43% de Frejat. Na primeira pesquisa Ibope do 2º turno, divulgada no dia 13, Rollemberg estava à frente com 60% dos votos válidos, enquanto Frejat tinha 40%. A distância de 20 pontos caiu para 14.

Batizada de "Tarifa Frejat", a ideia tem até jingle: "Eu ano de ônibus e vai melhorar, agora vou ter a tarifa Frejat". O candidato, que era vice de José Roberto Arruda (PR), cuja candidatura foi cassada pela Lei Ficha Limpa, chegou a registrar a promessa em cartório. Seus assessores afirmam que a "tarifa" é um fenômeno nas ruas do Distrito Federal e que o candidato tem sido constantemente abordado por eleitores que tiram dos bolsos moedas de R$ 1 e a apontam ao candidato, para evocar a promessa. A pesquisa Ibope, no entanto, frustrou a campanha de Frejat, que apostava numa diferença de apenas sete pontos para Rollemberg.

Para fazer frente à proposta, Rollemberg a classifica de eleitoreira e propõe a implementação de um "bilhete único". "É uma proposta demagógica, eleitoreira. Nós estudamos o Distrito Federal há mais de um ano e meio e apresentamos uma proposta consistente, que é a do Bilhete Único, como já existe no São Paulo e no Rio de Janeiro", disse ele hoje, ao participar de caminhada em Taguatinga ao lado do deputado federal Romário (PSB-RJ), eleito senador.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

BALA DE PRATA

Acusado pela expressiva vitória de Rollemberg no primeiro turno e com o contínuo crescimento do socialista. 

A coordenação de campanha de Frejat não teve outra escolha e lançou a tarifa Frejat 1 real.

Foi a última bala de prata de Frejat! O tiro não acertou de cheio,  mais acertou! E Rollemberg sangrou!

Resta saber se a seis dias da eleição Rollemberg terá sangue o suficiente para não morrer na praia.

A minha opinião é que Rollemberg vencerá por diferença entre 50 a 100 mil  votos, se a eleição fosse no outro domingo, Frejat viraria o jogo e seria o vencedor. Façam as suas apostas!

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

ROLLEMBERG

O jornalista Hélio Doyle,  coordenador geral da campanha de Rodrigo Rollemberg (PSB), candidato  ao Palácio do Buriti,  informou ao Blog que as especulações sobre secretários são totalmente furadas e que  também que não houve uma única conversa sobre o assunto com ninguém. E citou uma frase de Rollemberg: “Quem disser que será secretário ou terá qualquer cargo em meu governo, caso eu seja eleito, está mentindo.

PRB COM ROLLEMBERG

O PRB-DF consolidou nesta quarta, apoio ao candidato Rodrigo Rollemberg ao palácio do Buriti.

A ato ocorreu na sede do partido, no Lago Sul.

O deputado Vítor Paulo afirmou que o partido caminhará com Rollemberg sem pedir nada em troca, o nosso apoio será de contribuição ao projeto à nossa cidade, destacou.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

LISTA NEGRA

O presidente do PT/DF e deputado derrotado nem 2014, Policarpo,  está guardando no baú os nomes dos políticos que sempre contaram com o apoio do partido e que agora bandearam para o palanque de Aécio Neves contra a presidente Dilma.

Já estão no caderninho do petista os senadores Cristovam e Reguffe.  A idéia é alertar a militância a jamais acreditar neles.

Será que mete medo?

CAI CAI

Irmão e herdeiro de Paulo Tadeu,  conselheiro do Tribunal de Contas do DF, o recém eleito deputado distrital Ricardo Vale (PT) vai ter que se explicar ao TRE. Ele responde na uma séria acusação de compra de votos e corre o risco até de não ser empossado no dia 1° de janeiro.

ROLLEMBERG SEGUE NA FRENTE

Pesquisa Ibope: Rollemberg tem 60% e Frejat 40% dos votos válidos
Levantamento foi divulgado nesta segunda-feira (13/10)

De acordo com pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (13/10), Rodrigo Rollemberg (PSB) deve ser eleito governador do DF. O levantamento mostra o senador com 60% dos votos válidos contra 40% do candidato do PR, Jofran Frejat.

O cálculo desses votos é feito da seguinte forma: excluem-se os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Quando considerados os votos totais, o levantamento mostrou o seguinte cenário:

Rodrigo Rollemberg (PSB) – 52%
Jofran Frejat (PR) – 35%
Branco/nulo – 8%
Não sabe/não respondeu – 5%

CB.