sábado, 16 de julho de 2011

INVASÕES

Cerca de 200 pessoas invadiram uma área do governo do Distrito Federal na altura do Setor O, em Ceilândia, Às margens da BR-070. Os ocupantes, que pertencem ao Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) reivindicam moradia. Um grande efetivo da Polícia Militar chegou a se deslocar até ao acampamento que se formou. Houve uma negociação para marcar uma reunião, amanhã, com o secretário de Habitação, Geraldo Magela.

 Ontem à tarde, várias famílias se mobilizaram e ergueram barracas de bambu e lonas. Uma cozinha comunitária e um banheiro improvisado também foram montados. As famílias questionam que todos estão, há anos, inscritos no programa habitacional da  Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab), mas jamais foram contemplados.

A sociedade não pode aceitar esse tipo de atitude dos invasores, Brasília passou mais de dois anos sem invasões, que assolaram todo o DF,  durante anos, nos governos de Joaquim Roriz, é preciso agir com rigor e sem tolerância, por parte do GDF.

Um comentário:

Nathalia disse...

Sou empresária tenho minha casa ....Mas apoio completamente o mtst os sem tetos e todos os brasileiros que lutam por um pedaço de chão,o governo brasileiro dificulta muito o lado de familias com baixa renda o programa minha casa minha vida são para os da"classe media e alta" Vamos a luta não fique sentado esperando pelos seus direitos esta la na constituição brasileira que nós temos direito a moradia e cadê? somos brasileiros temos direiro a um pedaço de terra trabalhadores se matam de trabalhar o custo de vida de brasilia é alto e familia vivem pra pagar aluguel um dinheiro suado que não volta mais. Quem postou ai em cima que a invasao tem que ser derrubada tem concerteza mas depois que fazerem valer os direitos que estao la no papel ...Somos brasileiros temos direitos pagamos impostos.Tem meu total apoio tem que invadir mesmo se não quer dar invadi derrubou invadi denovo e assim vai ate inavdindo tudo.Quem é contra esses movimentos é pq não sabe o sofrimento de um sem teto.